Mangás com temática homossexual


Havia um tempo que só os mais aficionados fãs de histórias em quadrinhos sabiam o que era mangá. Depois da febre do RPG (Role Play Games) e dos ventos orientais da globalização, essa forma de literatura japonesa alargou seus adeptos no mundo ocidental. Tanto que até HQs clássicas como as da Turma da Mônica e da Luluzinha ganharam versões nessa linguagem. A venda de mangas nos Estados Unidos chegou as cifras de US$ 210 milhoes em 2007.
Fato curioso é os mangás e os animes (a versão em animação das histórias) tratam, em vários momentos, de uma sexualidade menos formatada em preconceitos e estereótipos. Assim, ao lado de personagens héteros, não é raro entrar outros mais ambíguos ou expressamente gays.
Com o tempo os mangás atuais (que surgiram no século XX, sob a influência dos quadrinhos norte-americanos, sobretudo durante a ocupação americana do Japão após a Segunda Guerra Mundial)passaram a ser classificados de acordo com seu público-alvo. Shounen é para garotosjovens e tratam de histórias de ação e aventura, envolvendo temas mais nobres como a lealdade aos amigos. Shojo é, em geral, voltado para garotas, envolvendo histórias de amor. Gekigá são mangás mais realistas, para adultos. Hentai são mangás com cenas de sexo e lemon, sexo gay. Tem ainda, entre outros, os yaoi, que são histórias envolvendo o amor entre dois homens.Gravitation é um mangá japonês de doze volumes que aborda o relacionamento homossexual entre um jovem cantor e um escritor. Criado por Maki Muramaki, Gravitation fez sucesso no Japão e nos Estados Unidos, virou anime (desenho animado) e conquistou fãs. No Brasil, lançado pela Editora JBC, Gravitation tem conquistado gays e até garotas, que se encantam com o escritor Eiri Yuki – um bissexual disputado pelo adolescente Shuichi e sua namorada oficial, a jovem Ayaka.
Shuichi é um garoto que descobre seu primeiro amor. Por isso, não tem inteligência emocional suficiente para lidar com a situação de disputa que se estabelece entre ele e Ayaka. Pegajoso, dado a ataques de ciúmes, inseguro, ele tenta conseguir o amor de Eiri de qualquer forma.
Eiri, no entanto, percebe que há algo de doce e ingênuo em Shuichi, o que faz com que eles tenham encontros intensos. Gravitation apenas insinua cenas de sexo. Faz a linha novela de televisão: mostra o beijo e, depois, os dois se trocando com a cama ao fundo, desarrumada. Eiri tem um ar blasé, esnobe. Ayaka é uma garota sedutora e que tem certeza que terá o amor de Eiri só para ela, assim que conseguir neutralizar a influência de Shuichi.
Chama a atenção é a forma com que a homossexualidade e a bissexualidade são tratadas de maneira natural, inseridas sem conflitos nos grupos de artistas e adolescentes. Os conflitos inerentes ao drama dizem respeito à disputa de amor entre Ayaka e Shuichi, e não à orientação sexual dos personagens.
Ao imaginarmos leitoras japonesas acompanhando Gravitation, podemos pensar se não há aí uma inversão de papéis masculino/feminino. O riso provocado seria decorrente de ver um garoto/homem tendo reações comumente associadas às mulheres – incluindo a manha, o choro, a dependência.

"Emo"!...palavra tão criticada, tão mal falada..mas alguem sabe realmente o que é?




Origem:

Emo
ou Emocore (abreviação do inglês emotional hardcore) é um gênero de música derivado do Hardcore. O termo foi ori
ginalmente dado às bandas do cenário punk de Washington, que compunham num lirismo mais emotivo que o habitual. Surgida nos anos 80,a música EMO, ou emocore, mescla o som pesado, característico do punk, com letras introspectivas e românticas. Conflitos com os pais, decepções amorosas, indignações com o mundo são os temas abordados nessas letras.
O estilo musical EMO surgiu através de bandas como Rites of Spring e Embrace, que tinham um som parecido com o punk original, mas com um ritmo um pouco menos acelerado e com canções mais emotivas. Bandas de hardcore já estabelecidas, como 7 Seconds e Scream, aderiram a esse novo estilo emocore, diminuindo o andamento, escre
vendo letras mais introspectivas e acrescentando influências do rock alternativo da época. Em 1982, o estilo EMO ganhou uma dinâmica calmo/gritado (quiet/loud) e as bandas EMO começaram a usar berros e gritos durante as apresentações, intensificando a música emocore. A partir de 1991, criou-se uma esfera caótica, com vocais abrasivos e passionais na música EMO. Com Heroin, Portraits of Past e Antioch Arrow, o estilo chega ao seu nível extremo.
A partir dos anos 90, depois da valorização do EMO como estilo de vida, surge o pós-EMO: desacelera as batidas rápidas características, abandona o punk distorcido em favor de calmos violões e usa letras muito mais românticas do que de pr
otesto.

DE UM ESTILO MUSICAL A UM ESTILO DE VIDA:



A tribo:

Os adolescentes EMO’s têm entre 11 e 20 anos e para serem aceitos na tribo é preciso escutar música emocore. Eles misturam roupas pretas com estampas de desenho animado, botas punk, tênis rosa, colares de bolas, camisas justas, meias arrastão, presilhas no cabelo, cintos de rebite, piercings no canto do lábio, possuem longas franjas e pintam os olhos.

Falam sempre no diminutivo, trocam letras em conversas via Internet e chamam as amigas de “maridas”. Palavras terminadas em “inho” como amorzinho, lindinho, fofinho são constantes nas conversas EMO’s. Na Internet, maior veículo de disseminação desta cultura, frases como "Sabia que eu te amo?" se transformam em "Xabia q eu ti amu?".

Dão demonstrações explícitas de carinho, nas quais meninos e meninas se beijam, se abraçam em publico, seja com pessoas do sexo oposto ou do mesmo sexo. Aceitam a opção sexual dos outros sem preconceitos. Repulsam as pessoas violentas: qualquer tipo de agressão física é altamente reprovável entre os EMO’s, lutam por um mundo sem violência. Escrever diários, expressando seus sentimentos, angústias, dores é válido tanto para meninos como para meninas. O menino EMO é sensível e compreende as meninas, é capaz até de chorar por uma decepção amorosa, não tem vergonha de mostrar seus sentimentos.

O preconceito:


Muitos adolescentes que compartilhavam dos problemas retratados nas canções dessas músicas e gostavam da melodia que estava sendo empregada, adotaram o mesmo estilo de vestir dos seus ídolos, como forma de exteriorizar e compartilhar seus sentimentos. Por essa mesma razão, os adolescentes EMO’s expressavam suas opiniões, sentimentos e problemas através daquela que se tornou o principal meio de disseminação da cultura EMO: a internet. Com blogs e fotologs (diários virtuais), e através do orkut, esses adolescentes encontraram outros e mais outros que compartilhavam das mesmas idéias, aumentando ainda mais o número de adeptos com a mesma forma de vestir, de pensar e de se comportar, dando origem, assim, à tribo EMO.
Quando esse movimento tornou-se grande o suficiente para atrair a atenção dos outr
os meios de comunicação de massa e quando as bandas de emocore tornaram-se famosas, ou seja, migraram do underground (desconhecido) para o mainstream (grande público), a tribo EMO atingiu o seu auge. Mas com tamanha repercusão e o surgimento de novos adeptos, o sentimentalismo, a forma de se vestir e até mesmo de se comportarem, deu origem a represárias de toda a sociedade. Em grande parte,as vestimentas nem é o fator determinante da palavra EMO ter se tornado uma ofensa, afinal várias outras tribos como os punks e góticos se vestem de maneira diferenciada, mas nem por isso,ser chamado de punk ou gotico é ofensa . O que contribui em grande parte pra esse sentido pejorativo da palavra foi o liberalismo sexual a qual essa tribo é adepta. Então não é a franja, ou as roupas que são o motivo de tamanho preconceito, mas sim o homossexualismo. Agora que a tribo já se consolidou como tal, não haverá mais tamanha especulação da mídia sobre ela. E é provavel q apartir dela surja um novo estilo musical ou uma nova variação da musica EMO.




O homossexualismo é genético?


Cientistas suecos afirmam que o cérebro de gays tem semelhanças com o de mulheres heterossexuais, assim como o cérebro de lésbicas se parece com o de homens heterossexuais.Pesquisadores do Departamento de Neurociência do Instituto Karolinska, na Suécia, explicam que os cérebros de homens heterossexuais e das lésbicas são ligeiramente assimétricos sendo o hemisfério direito maior que o esquerdo.Já o cérebro dos homens homossexuais e das mulheres heterossexuais não apresenta essa assimetria.
A pesquiza foi feita com 90 individuos (25 homens héteros, 25 mulheres héteros, 20 homens homossexuais e 20 lésbicas). Eles usaram ressonância magnética para avaliar volume cerebral e tomografia por emissão de pósitrons para observar o fluxo de sangue na amígdala (zona do cérebro que controla reações ligadas ao medo, assim como secreções hormonais).Nesse caso, também o padrão masculino homossexual correspondeu ao feminino heterossexual e vice-versa.
O estudo foi publicado na resvista científica "PNAS", da Academia Nacional de Ciências dos EUA.Seus autores dizem que a pesquisa não aponta se as diferenças no cérebro são herdadas ou se ocorrem devido à exposição a hormônios, como testosterona, no útero.De acordo com eles, os dados "motivam mais investigações, com grupos maiores de estudo", para que haja uma melhor compreensão da neurobiologia da homossexualidade.Uma série de pesquisas tem olhado para o papel que fatores genéticos, biológicos e ambientais desempenham na orientação sexual, mas existe pouca evidência de qual desempenha função mais importante.
Essa pesquisa é de carater experimental e não pode ser usada como um fato preciso a cerca da causa da homossexualidade pois são dados morfológicos a cerca desse fato. Outra pesquisa foi feita e mostrou que o suor masculino excita o cérebro dos homens homossexuais do mesmo modo que o cérebro de mulheres heterossexuais ;entretanto, deixa insensíveis os homens heterossexuais.
A causa do homossexulismo é ainda uma incognita. Essas pesquisas vão ajudando a montar esse quebra cabeça, que ainda está meio distante de ser terminado.

Psicologa diz ter a "cura" para o homossexualismo


A psicologa Rozângela Alves Justino diz ter a "cura" para o homossexualismo e afirma que é um disturbio que pode ser tratado. Alem de ter sido censurada publicamente pelo Conselho Federal de Psicologia, diz estar se sentindo ameaçada por grupos ativistas gays.
Ela fez declarações de carater preconceituoso afirmando que o homossexualismno é um transtorno, e que o "movimento pró-homossexualista", por ser formando por pessoas que "trabalham contra as normas e os valores sociais, busca a desconstrução da sociedade; reconhece que não ajudaria um paciente que a procurasse pedindo ajuda para sair do armário e afirma que o movimento LGBT está ligado ao nazismo por planejar "criar uma nova raça e eliminar pessoas".
Alem disso ela usa ainda a insinuação suja de que as doenças sexualmente transmissíveis estão aí por causa dos homossexuais: "Quanto mais práticas de liberação sexual, mais doenças sexualmente transmissíveis e mais gente morrendo".
Após declarações tão absudas a psicologa afirma que a censura por ela sofrida pelo Conselho de Psicologia foi por que "Há muitos homossexuais no conselho, e eles estão deliberando em causa própria". Segundo a Organização Mundial da Saúde, a homossexualidade não é considerada um distúrbio.
Resumindo, acho que é ela que esta precisando de um tratamento, e nem é em psicologo não, é em um manicomio mesmo.

Se assumir ou não, eis a questão!


Essa é uma duvida que muitos de nós carregamos, "se assumir ou não?"
Antes de mais nada temos que saber que tudo na vida tem seus prós e contras, e que a cada decisão nossa, temos q ser fortes e estar preparados para as consequencias que sempre viram.
Quem nunca teve vontade de falar pra todo mundo " que saco, a vida é minha, faço dela o que eu quizer!" Creio que todo mundo, né!
Mas acontece que antes de tomar tal decisão, você tem que pensar bem, e responder as seguintes perguntas: será que isso vai me deixar mais feliz?(creio que vai sim, por que não existe nada pior do que se fazer de algo que vc não é, a cada vez que fiz isso, me senti um lixo, como se vivesse uma mentira.)Você está preparado pra ouvir comentários infelizes, ser jugaldo por uma grande parcela das pessoas do seu convivio?(Por que uma coisa é só suspeitarem de você, outra bem diferente é terem certeza). Pra quem nem liga para o que os outros acham, talvez seja uma tarefa facil, mas mesmo assim acaba machucando um pouco.
Tudo é uma questão de escolha, ou carrege o fardo de viver na mentira, ou o de se"expor" e ser julgado por toda uma sociedade. Julgado, todos nós somos, independente de opção sexual, religião ou classe social....mas a que mais pesa é a sexualidade, que é a mais mal vista e criticada.
Acho o seguinte, a maior prioridade é ser feliz, e seguir o caminho que achar melhor. Cada um carrega o peso que pode suportar, afinal, ninguem é igual a ninguem. E o importante é ser bem resolvido, e não deixar que nada estrage a sua felicidade.Dilvulgar a sua escolha, ai já fica a seu critério.

By:Dinho

Filme-Do começo ao fim





O filme conta a história da médica Julieta (Julia Lemmertz) que tem dois filhos: Francisco (Lucas Cotrim e João Gabriel Vasconcelos, na fase adulta), com o primeiro marido, o empresário Pedro (o argentino Jean-Pierre Noher); e Thomás (Gabriel Kaufman e
Rafael Cardoso), com o atual marido, o arquiteto Alexandre (Fabio Assunção).Desde de criança, os dois irmãos possuem uma ligação muito forte e intíma, mostrando o homossexualismo e o encesto como tema do filme.

















Elenco:


Fábio Assunção
Júlia Lemmertz
Gabriel Kaufmann
Jean Pierre No
her
Mausi Martínez
Lousi Cardoso
Lucas Cotrim

Rafael Cardoso
João Gabriel Vasconcellos.





O filme tem como genero o drama, com roteiro e direção de Aluisio Abranches, e produção de Downtown Filmes.
A censura é de 18 anos, e a estréia prevista para 18 de Dezembro de 2009.
Esse filme alem de ter uma história carrega por polêmica, provavelmente terá uma grande repercusão, devido ao fato de ser um dos poucos no cinema nacional que abordam esse tema central, o homossexualismo.





Espero que gostem do filme..obrigado..e grande abraço...
Dy:Dinho